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quinta-feira, 30 de julho de 2020

Vigário Geral lança clipe do samba-enredo e canal no Youtube

quinta-feira, 30 de julho de 2020
O Acadêmicos de Vigário Geral lançou o clipe do seu Samba-enredo para o próximo carnaval. A obra embalará o enredo “Pequena África: Da Escravidão ao Pertencimento – Camadas de Memórias entre o Mar e o Morro" e já está disponível no canal da agremiação no Youtube, lançado recentemente.


Em breve a tricolor fará o lançamento oficial do samba através de uma live nas redes sociais. O enredo será desenvolvido mais um ano pelo trio de carnavalescos Alexandre Costa, Lino Sales e Marcus do Val.

Link do videoclipe https://www.youtube.com/watch?v=2LYpRE8BHbM&t=5s

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Vigário Geral divulga sinopse do enredo 2021

quarta-feira, 8 de julho de 2020
A escola levará para a Marquês de Sapucaí o enredo PEQUENA ÁFRICA. DA ESCRAVIDÃO AO PERTENCIMENTO, CAMADAS DE MEMÓRIAS ENTRE O MAR E O MORRO, desenvolvido pelos carnavalescos Alexandre Costa, Lino Sales, Marcus do Val.

SINOPSE
"PEQUENA ÁFRICA - DA ESCRAVIDÃO AO PERTENCIMENTO – CAMADAS DE MEMÓRIAS ENTRE O MAR E O MORRO

“O Rio de Janeiro, como a exemplo da maioria das grandes metrópoles, desenvolveu-se a partir do porto. Porta de entrada da cidade, a Zona Portuária desempenhou um papel importante na história da construção da identidade do povo carioca sendo ponto de encontro de diferentes culturas. O porto do Rio de Janeiro localizava-se no Largo do Paço, atual Praça XV, e era por lá que saiam as riquezas das minas e entravam os produtos da metrópole e a carga humana vinda da África. Esse passa a ser o ponto de partida de nossa viagem à Pequena África” *.
Desde que o porto do Rio de Janeiro se tornou o principal porto do país, o tráfico negreiro aumentou consideravelmente e o desembarque dos negros escravizados no principal centro comercial e político do país passou a incomodar as autoridades e os habitantes. Por questões sanitárias e para que a população não visse as péssimas condições nas quais os negros chegavam ao Brasil e além, de claro, da imagem do comércio de escravizados não contribuir na construção da imagem de “cidade europeia” que se pretendia construir, D. Luiz de Almeida Soares Alarcão, o Marquês do Lavradio, ordenou a mudança do desembarque dos negros escravizados para uma região mais afastada e de difícil acesso, o cais do Valongo, localizado na Rua do Valongo, atual Rua Camerino. A concentração das atividades ligadas ao tráfico negreiro na área do Valongo tornaria a região o maior complexo escravagista das Américas.
Essa transferência do local de desembarque dos escravizados foi acompanhada por outras mudanças. Além da construção do Cais do Valongo, um verdadeiro complexo de escravos foi montado na área, como um lazareto (para onde iam os negros enfermos), o Cemitério dos Pretos Novos (destinava-se ao sepultamento dos pretos novos, isto é, dos escravos que morriam após a entrada dos navios na Baia de Guanabara ou imediatamente após o desembarque, antes de serem vendidos) e os armazéns de venda e engorda dos negros escravizados.
O desembarque de negros escravizados no Cais do Valongo durou até 1831, quando o comércio negreiro passou a ser ilegal. Com isso o desembarque de escravizados passou a ser feito de maneira clandestina em praias isoladas. O fim do comércio negreiro na área do Valongo e o aumento da produção de café no Vale do Paraíba fluminense transformaram os antigos trapiches de africanos do Valongo em trapiches de café.
A triste memória do Cais do Valongo seria apagada em 1843 com a transformação do antigo cais de desembarque de africanos no Cais da Imperatriz, preparado para receber a futura esposa do Imperador D. Pedro II, a princesa das Duas Sicílias, Tereza Cristina Maria de Bourbon.
Com a proibição definitiva do tráfico humano em 1850, a Zona Portuária passa a ter uma grande oferta de mão de trabalho, atraindo pessoas de várias regiões. Vários negros libertos vieram da Bahia em busca desse trabalho e se instalaram na Pedra do Sal e nas imediações do Morro da Conceição, iniciando o que seria conhecido mais tarde como Diáspora Baiana.
A grande concentração de negros na Zona Portuária garantiu a ascensão da Cultura africana, por meio dos Centros de Candomblé, como o terreiro do pai-de-santo João Alabá de Omulu e das casas das tias baianas Ciata, Bebiana e Perciliana que serviam de ponto de encontro para os moradores da região.
Mesmo liberto, o negro só conseguiu construir seu espaço na sociedade através de seu próprio e incansável esforço e foi na construção desse espaço que eles a alteraram a vida na cidade, tornando o Rio um importante polo de produção e inovação cultural.
No final do século XIX, a região da Pedra do Sal ficou conhecida como local de chegada, recepção e ajuda de migrantes, em sua maioria negros. Essa concentração da população negra nas imediações do porto com seus trabalhadores, vendedores de rua, músicos, capoeiras e terreiros de candomblé, levaria Heitor dos Prazeres, anos mais tarde, a batizar a área de Pequena África.
Os negros que ali passaram a habitar começaram sua vida nesse novo local formando agremiações ou participando de atividades coletivas de trabalho, culto ou lazer, criando um importante polo de irradiação e de recriação de culturas africanas nas proximidades da Praça XI. E foi assim que, no começo da República, surgiram os primeiros ranchos carnavalescos na cidade. A Praça XI foi considerada capital da Pequena África até 1941, quando as obras na Avenida Presidente Vargas se iniciaram. Esse desmembramento do polo de cultura africana levou Pixinguinha, Donga e João da Baiana para a Pedra do Sal.
As Casas das Tias Baianas eram locais onde os trabalhadores portuários descansavam, faziam refeições e participavam de rodas de samba. Foram nesses locais que se formaram associações políticas e culturais, como o Afoxé Filhos de Gandhi do Rio de Janeiro em 1951.
A região portuária também é berço da Sociedade de Resistência dos Trabalhadores de Trapiche e Café, considerada a primeira organização sindical livre de trabalhadores do Brasil, que é a origem do atual Sindicato dos Estivadores. Pode-se dizer que uma das mais tradicionais escolas de samba do Rio de Janeiro, o GRES Império Serrano, nasceu na região da Pequena África, pois a maioria de seus fundadores era do Sindicato dos Estivadores.
Após essa História, é inegável o reconhecimento da importância histórica e cultural de toda a região conhecida como Pequena África, desde a região do porto à Cidade Nova, porém, a memória dessa História foi diversas vezes soterrada e despejada em nome da modernidade.
O Cais do Valongo e a memória de negros escravizados desembarcarcados em condições subumanas foram apagados com a construção do Cais da Imperatriz, que por sua vez foi soterrado no início da Republica, junto com a memória do Império naquele local, pelas obras de Pereira Passos na construção do Novo Porto. Por fim, em 2011, o então Prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes coordenou todo um projeto de revitalização da cidade por ocasião dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo. Revitalização essa que trouxe à tona as camadas da História da chegada dos africanos. Em 2017 o Cais do Valongo recebeu o título de Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO, por ser o único vestígio material da chegada dos africanos escravizados nas Américas.
A Pedra do sal, batizada inicialmente como Pedra da Prainha, que era apenas uma barreira natural que separava o Centro do subúrbio, foi moradia dos negros que trabalham no desembarque de novos escravizados. E com o fim da escravidão marcou-se como moradia de trabalhadores da estiva e de moradores despejados da Praça XI, após o início das obras de expansão da Avenida Presidente Vargas e juntos, esses moradores recriaram Instituições que não puderam ser trazidas pelos seus antepassados nos navios negreiros, como o culto a seus Orixás. E entre seus atabaques e danças deram uma marca cultural não só a cidade do Rio de Janeiro, mas a todo o país: o Samba. Por todo esse histórico, a Pedra do Sal, localizada na base do Morro da Conceição, pela sua importância na cultura afro-carioca, em 1984, foi tombada pelo Instituto Estadual de Patrimônio Cultural. O local possui muitas medidas governamentais de proteção de seu território, mas que não têm sido suficientes para garantir sua preservação. Mesmo com a indicação do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH) para incluir a Pedra do Sal como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Povo Carioca em 2018, o local sofre com o abandono administrativo da atual prefeitura carioca. Desde a falta de simples bancos até má conservação das estruturas. Esse abandono e falta de apoio a esse símbolo da reestruturação e resistência da cultura afro-brasileira no período pós-abolição resultou na sua interdição pela própria Prefeitura no final de 2019.
No Carnaval de 2021 o G.R.E.S. Acadêmicos de Vigário Geral vem exaltar e dar o mérito a região da Pequena África e toda sua população, reconhecer seu valor geográfico, urbano e artístico, enaltecendo suas raízes e seu pertencimento histórico-cultural, agradecendo por terem feito e por fazerem parte da nossa história.
* Texto retirado do Documentário “Pequena África – Sobrevivência, Resistência e Identidade”.

Carnavalescos:
Alexandre Costa Pereira
Lino Sales
Marcus do Val

Fontes de Pesquisa:
Silex Digital: Documentário “Pequena África – Sobrevivência, Resistência e Identidade”;
Coleção Terras de Quilombo: Comunidade Quilombola Pedra do Sal;
Monografia “Camadas de Memória Entre o Mar e o Morro: Da Pequena África ao Porto Maravilha” de Júlia Vilhena Rodrigues.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Xande de Pilares grava samba da Vigário Geral ao lado de Tem-Tem Jr.

sexta-feira, 3 de julho de 2020
Para o próximo carnaval, o samba-enredo oficial da Vigário Geral contará com uma participação mais do que especial. Xande de Pilares dará voz a obra, ao lado do intérprete Tem-Tem Jr. A escola realizou a gravação do hino que embalará o enredo "Pequena África: da Escravidão ao Pertencimento - Camadas de Memórias entre o Mar e o Morro".

Xande é muito ligado às escolas de samba e já participou de diversas gravações e disputas de samba, onde é compositor. Na avenida já fez parte do carro de som do Salgueiro e com toda sua experiência exaltou a obra da escola para o próximo desfile. "Um sambão digno de prêmios e muitos elogios. Fico muito feliz pelo convite do Intérprete Tem-tem Jr., um garoto que eu tanto admiro e sem dúvidas é um talento incrível para o nosso carnaval, quando o convite veio dele eu aceitei na hora, e digo mais vou desfilar ao lado dele na Sapucaí no desfile da Vigário Geral", revelou o cantor.

Emocionado com o momento, convite do intérprete Tem-tem Jr. foi por ter Xande como uma de suas maiores referências."Um artista completo, humilde e que sempre me tratou com maior carinho. Agradeço a ele e a minha escola por me permitir viver esse momento tão importante em minha vida, Vigário vem com um sambão pra eternizar os corações dos sambistas", revelou a voz oficial da escola.

O hino que vai embalar a escola no próximo ano será composto por Junior Fionda, Luiz Carlos d’Avenida, Luiz Pião, Fagundinho, Robert Farrow, Gigi da Estiva, Domenil, Romeu, Fadico, Silvana, Felipe Revelação, Rodrigo Shumack, Marcelinho e Carlinhos Ousadia.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Vigário Geral levará a "Pequena África" para a Sapucaí em 2021

sexta-feira, 5 de junho de 2020
Através de uma live no seu perfil oficial, o Acadêmicos de Vigário Geral anunciou o seu enredo para o Carnaval 2021. “Pequena África: Da Escravidão ao Pertencimento – Camadas de Memórias entre o Mar e o Morro” será desenvolvido pelos carnavalescos Alexandre Costa, Lino Sales e Marcus do Val. O tema será uma exaltação a região da Pequena África e toda sua população, reconhecimento de seu valor geográfico, urbano e artístico, enaltecendo suas raízes e seu pertencimento histórico-cultural.

O enredo apresentará a região do Centro do Rio de Janeiro onde quase 1 milhão de negros escravizados chegaram ao Brasil, povoando toda a região, e mesmo diante de todas as dificuldades em uma nova terra, criaram instituições e culturas que se tornaram símbolos não só da cidade do Rio de Janeiro, mas todo o país, e cuja história estava soterrada por camadas de progresso. "É um enredo lindo que os nossos carnavalescos trouxeram para a nossa direção, fiquei emocionada. Um tema que será uma verdadeira homenagem a esse povo escravizado, que mesmo liberto, só conseguiu construir seu espaço na sociedade através de seu próprio e incansável esforço", revelou a presidente Betinha.

O Rio de Janeiro, como a exemplo da maioria das grandes metrópoles, desenvolveu-se a partir do porto. Porta de entrada da cidade, a Zona Portuária desempenhou um papel importante na história da construção da identidade do povo carioca sendo ponto de encontro de diferentes culturas. Esse passa a ser o ponto de partida de nossa viagem à Pequena África.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Vigário Geral inicia seus ensaios técnicos neste sábado

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
O Acadêmicos de Vigário Geral escolheu o Parque Madureira como palco dos ensaios técnicos visando o Carnaval 2020 da Série A. 

(Foto: Emerson Pereira)

Com o objetivo de deixar toda a comunidade pronta para o grande dia do desfile na próxima folia, a agremiação realizará treinos todos os sábados, a partir das 19h. "Estamos muito empolgados e ansiosos para iniciar os ensaios, podendo assim ajustar os detalhes para chegarmos bem na Marquês de Sapucaí e mostrar que nossa escola é uma escola de raiz", disse a presidente Elizabeth da Cunha, a Betinha.

Além do ensaio, a diretoria da agremiação estará realizando inscrições para quem deseja desfilar, bastando levar uma foto 3x4, cópia de um documento pessoal e a taxa de R$20. A Vigário Geral será a responsável por abrir os desfiles da Lierj na Marquês de Sapucaí, na sexta-feira de Carnaval, com o enredo 'O Conto do Vigário'.

SERVIÇO
Ensaio de Rua da Vigário Geral
DATA: 11/01/2020 (Sábado)
LOCAL: Parque Madureira
HORÁRIO: 19h
VALOR: Grátis
CLASSIFICAÇÃO: Livre

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Almir de Souza passa a integrar a direção de harmonia do Acadêmicos de Vigário Geral

sexta-feira, 7 de junho de 2019
O Acadêmicos de Vigário Geral tem um novo diretor geral de harmonia. Almir de Souza chega à escola da Zona Norte e se junta a Samir Trindade no desenvolvimento do segmento para o carnaval 2020, quando será levado para a Marquês de Sapucaí o enredo "O conto do Vigário" na abertura dos desfiles da Série A.

Almir iniciou sua trajetória na Renascer de Jacarepaguá, onde fez parte da direção de carnaval e harmonia. O profissional também comandou a direção geral de harmonia da Unidos de Vila Santa Tereza e da União da Jacarepaguá, passando ainda por escolas como União do Parque Curicica, Caprichosos de Pilares, Portela, Mocidade e Imperatriz. Em sua chegada ao Acadêmicos de Vigário Geral, ele aponta o principal objetivo no segmento. "Ao lado do Samir, pretendo fazer uma harmonia sólida, unida e forte. Será um grande desafio, mas estou muito feliz com o convite. Agradeço a presidente Betinha, ao Ney Lopes e a todos os membros da diretoria pela confiança. Conto com toda a equipe de harmonia, segmentos e comunidade para dar continuidade no trabalho que já vem sendo desenvolvido. Espero corresponder à altura do desafio e ajudar a fazer um grande carnaval em 2020", declarou o novo diretor de harmonia da escola.

Com o título da Série B em 2019, o Acadêmicos de Vigário Geral segue fortalecendo o seu time para o próximo ano. A escola será a primeira a desfilar na sexta-feira de carnaval, dia 21 de fevereiro, na Sapucaí.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Vigário Geral se reforça para estrear na Série A

Campeã da Série B em 2019, o Acadêmicos de Vigário Geral se reforça para a estreia na Série A em 2020.

Na bateria Luygui Silva será o responsável por comandar a Swing Puro ao lado do mestre Zumbi, presidente do segmento. Pela primeira vez como mestre na Marquês de Sapucaí, ele promete um trabalho com novidades e que seja memorável em sua nova casa. "Chego na Vigário Geral para somar, com vontade de vencer e crescer junto com a escola. Por mais que eu seja um mestre de bateria novo, vou buscar fazer um trabalho muito maduro e buscando a inovação, mas sem passar dos limites. 2020 será um carnaval inesquecível tanto para mim, quanto para a escola" - ressalta Luygui, de 23 anos.

Assim como no desfile campeão da Série B deste ano, mestre Zumbi estará como presidente da bateria Swing Puro. Luygui frisa que a experiência dele será um dos pontos fortes do Acadêmicos de Vigário Geral para buscar uma grande apresentação em 2020. "O mestre Zumbi é uma pessoa que está conosco o tempo todo, nos passando toda sua experiência de vivência no carnaval e na Sapucaí. Sem qualquer dúvida, vai ser muito bom tê-lo conosco", completa Luygui.

Em sua trajetória, o novo mestre da Vigário Geral esteve à frente da bateria da Unidos da Ponte de 2016 a novembro de 2019. Em São João de Meriti, Luygui foi campeão da Série B de 2018, ano em que a escola ascendeu à Série A.

Escola aposta em Mestre-Sala paulista
Super premiado em São Paulo, Jefferson Gomes é o novo mestre-sala do Acadêmicos de Vigário Geral. Esse será o primeiro desafio do mestre-sala no Rio de Janeiro. Em 2019, ele defendeu pelo quinto ano seguido o pavilhão da Mocidade Unida da Mooca, que estreou no Grupo de Acesso de SP. Sem esconder a felicidade, Jefferson promete muito empenho em busca de uma grande apresentação na abertura da Série A do próximo ano. "O sentimento é de gratidão por ver o meu trabalho sendo reconhecido. É um sonho de criança que se realiza com a oportunidade de desfilar na Marquês de Sapucaí. Cada dança será uma linda celebração. Será um ano de duas palavras: gratidão e trabalho", resume.

Formado na Mocidade Alegre, Jefferson acumula passagens pela Nenê de Vila Matilde, por onde esteve de 2015 a 2017, e pelo Unidos de Peruche, em 2018. Em todos esses anos, o mestre-sala sempre conseguiu as notas máximas ao lado de suas companheiras de dança. Agora no Acadêmicos de Vigário Geral, ele revela que finalmente poderá desfilar no Rio de Janeiro como primeiro mestre-sala, algo que "ficou no quase'' há alguns carnavais. "Tive uma única oportunidade no grupo de acesso, mas não pude assumir devido a incompatibilidade de datas. Já tive duas experiências na Sapucaí, uma na lavagem junto de diversos casais do Rio de Janeiro, que foi inesquecível, e também desfilei como ritmista na bateria da Filhos da Águia com Mestre Nando Gigante", explica Jefferson Gomes, que já defendeu a União Imperial e a Mocidade Amazonense, ambas de Santos-SP.

O Acadêmicos de Vigário Geral estreará na Série A, abrindo os desfiles da sexta-feira de carnaval, no dia 21 de fevereiro de 2020.

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Vigário Geral define trio para comandar sua Direção de Carnaval em 2020

quinta-feira, 4 de abril de 2019
Após conquistar o título da Série B em 2019 e garantir sua volta à Marquês de Sapucaí após 20 anos, o Acadêmicos de Vigário Geral já iniciou o seu planejamento para o carnaval de 2020. Três nomes comandarão a direção de carnaval da agremiação. São eles: Toninho do Trailer, Thiago Gomes e Ney Lopes.

Diretor musical da Unidos de Padre Miguel de 1994 a 2017, Toninho conhece os desafios de uma escola que abre os desfiles da Série A, na sexta-feira. Em 2018, ele fez parte da comissão de carnaval da Unidos de Bangu, então promovida da Intendente Magalhães. À época, o principal objetivo da agremiação da Zona Oeste foi alcançado com a manutenção do grupo. Confiante com o novo desafio, ele promete uma belo trabalho. "Será um carnaval muito difícil, mas o projeto da Vigário é gigantesco, algo que faz qualquer profissional querer participar. Vamos trabalhar forte e o público pode esperar um grande espetáculo de abertura do carnaval", garante, Toninho.

Thiago Gomes irá para o seu primeiro projeto na Marques de Sapucaí. Com passagem pelo Arame de Ricardo, na Intendente Magalhães, ele estreia na função de diretor de carnaval em 2020. Na troca de experiências para o desenvolvimento do desfile de 2019, Thiago explica que houve uma aproximação junto à Vigário Geral. "Eu frequentava a quadra por ter alguns amigos na escola. Durante o processo para o carnaval de 2019, estreitamos os laços por nos ajudarmos bastante para que colocássemos o carnaval na rua. Após a apuração recebi o convite da presidência para ajudar a tocar esse projeto", afirma.

Fechando a Direção de Carnaval, Ney Lopes chega após atuar no Arame de Ricardo nos últimos dois anos, além da União de Jacarepaguá, por onde esteve desde 2013. Ele também já passou pela Unidos da Ponte, Alegria da Zona Sul, Unidos de Bangu e Acadêmicos do Sossego. Com dois sambas assinados na escola, Ney destaca a força da comunidade de Vigário Geral nesta sua chegada. "Estou bastante motivado por estar numa escola que quer buscar um lugar ao sol. Vigário Geral é uma escola que tem uma comunidade forte e que irá nos ajudar muito no desenvolvimento do trabalho. Tenham certeza que chegamos para ficar", ressalta Ney Lopes.

Por conta do acesso do Grupo B para a Série A, o Acadêmicos de Vigário Geral abrirá os desfiles da Marquês de Sapucai no ano que vem. A escola desfilará na sexta-feira, dia 21 de fevereiro de 2020.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Dudu Botelho assume a direção musical da Acadêmicos de Vigário Geral

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
A Vigário Geral, que será a última escola a desfilar pela Série B na Intendente Magalhães, anunciou na última sexta-feira, Dudu Botelho como o novo diretor musical da escola. A presidente da agremiação, Elizabeth da Cunha, a Betinha, destacou a importância de contar com a experiência do compositor Dudu Botelho na direção musical da escola. "Seja bem-vindo diretor, vamos juntos somar com a nossa equipe", destacou.

Com 30 anos de carnaval, Dudu Botelho que emprestar sua experiência à escola da Zona Norte na Intendente Magalhães (foto acervo Dudu Botelho)

Com ampla experiência na Passarela do Povão, por onde já passou como intérprete e diretor, o compositor tantas vezes campeão pelo Acadêmicos do Salgueiro, disse que chegou para "somar" com a equipe, como ele mesmo destacou, e passar a sua experiência ao carro de som da azul, vemelho e branco da Zona Norte. "Agradeço a diretoria da Vigário Geral pelo convite e estou muito feliz. Me sinto honrado em fazer parte da equipe, pois a Vigário Geral é uma escola que possui uma grande comunidade. Acho que ter um samba cadenciado é bom, pois ajuda a melodia a se tornar mais envolvente. E creio que o desfile na Intendente Magalhães tem todo esse envolvimento, que é tudo. Aceitei ser o diretor musical e coordenador do carro de som com prazer no sentido de passar a experiência que os meus 30 anos de Carnaval me deram. Na verdade, a ideia é de somar e tentar melhorar o que já está bom, ou seja, tornar o canto afinado, e o carro de som juntinho com as cordas. Quero que o intérprete possa fazer uma grande apresentação e se sentir seguro na Avenida. Vou emprestar um pouquinho do que aprendi à Vigário Geral, na melhor das intenções", destacou Dudu Botelho.

domingo, 20 de janeiro de 2019

Pablo Guerreiro assume a comissão de frente da Acadêmicos de Vigário Geral

A Acadêmicos de Vigário Geral, último escola a desfilar pela Série B na terça-feira de Carnaval na Estrada Intendente Magalhães, anunciou neste sábado Pablo Guerreiro como seu novo coreógrafo da comissão de frente. 

Novo coreógrafo quer nota máxima na avenida (fotos: Divulgação)

Ao receber o convite da presidente Elizabeth Cunha, a Betinha, ele não se intimidou e aceitou de imediato, acrescentando que irá preparar um grande espetáculo para apresentar no desfile da escola. "Fiquei feliz ao receber o convite da diretoria da escola. Tenho uma equipe e um grupo de bailarinos que irão trabalhar comigo. Será um novo desafio, trabalho e sonho. Pretendo buscar as notas máximas para a Vigário Geral e abrilhantar os olhos dos expectadores. O grupo estará comigo para desenvolvermos esse maravilhoso trabalho. Estou elaborando meu planejamento para realizarmos nosso trabalho, ensaios e adaptação da coreografia da escola. Haverá um elemento "X" que só será apresentado na Intendente Magalhães", destacou o coreógrafo.

Personalidade - Com ampla experiência no samba, ele nasceu em Porto Alegre e começou a sua carreira artística aos 12 anos no grupo de música e dança Afro-sul Odomodê, onde, por sete anos, atuou profissionalmente e obteve sua formação em dança afro-brasileira. Esse desenvolvimento levou Pablo ao Carnaval de Porto Alegre, onde ganhou dois estandartes de ouro como passista em 2006 e 2007. Foi também convidado a participar, no Rio de Janeiro, do 15º Aniversário da Escola de Mestre-Sala e Porta-Bandeira Mestre Manoel Dionísio, e do Prêmio Personalidades do Samba do Carnaval, em que foi justamente agraciado com o troféu "Personalidades do Samba".

Aula - Atualmente, é no Rio de Janeiro que Pablo Guerreiro busca desenvolver ainda mais o seu talento e conhecimento nas artes. Como professor da Escola de Dança e Centro Cultural Jaime Arôxa, Pablo Guerreiro ministrava aulas de samba no pé e dança de salão, além de dançar na Cia de Dança Jaime Arôxa. Ele também atuou como professor da Escola de Mestre-Sala e Porta-Bandeira Manoel Dionísio, onde adquiriu amplo conhecimento do samba carioca. Também buscou sua aproximação do samba carioca participando e adquirindo experiências em comissões de frente, onde teve a oportunidade de trabalhar com grandes coreógrafos como Jaime Arôxa, Hélio Bejani e Carlinhos de Jesus, e ser agraciado com dois Estandartes de Ouro. 

No Carnaval de 2019, a Acadêmicos de Vigário Geral apresentará o enredo "Mwene Kongo - O Reino Europeu na África que se tornou folclore no Brasil", desenvolvido pelos carnavalescos Alexandre Costa, Lino Salles Marcus do Val. "Como pesquisador das culturas africanas, eu reparei que o Brasil conta com algumas páginas em branco sobre a nossa história. Porém, temos as escolas de samba que apresentam essa cultura de forma fantástica, com enredos históricos e educativos. A Vigário Geral este ano apresentará um enredo com muito folclore, um tema muito sábio e inteligente, para aprendermos um pouquinho mais sobre a nossa cultura. O Carnaval da Intendente é a própria cultura da folia de rua, temos uma participação maior do público e contamos com a energia daqueles que nos assistem. O público pode esperar um grande desfile de nossa agremiação e principalmente da comissão de frente", acrescentou Guerreiro.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Vigário Geral informa desligamento de diretor de harmonia

terça-feira, 5 de setembro de 2017
O GRES Acadêmicos de Vigário Geral informou na manhã dessa terça-feira que Leela Ribeiro não faz mais parte do quadro de funcionários da agremiação. Dentro de alguns dias, a tricolor da Leopoldina anunciará seu novo comandante da harmonia. 

Leela não faz mais parte dos quadros da escola. A diretoria desejou muito sucesso em sua jornada (foto: divulgação)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Acadêmicos de Vigário Geral divulga sinopse e regulamento para escolha de samba.

Promovida ao Grupo B, após o terceiro lugar no Grupo C em 2017, a Acadêmicos de Vigário Geral aposta na dança para chegar à Sapucaí. A escola anunciou nesta quinta-feira a sinopse do enredo "Dos tambores africanos ao bandonéon: TANGO, um sentimento que se dança", de autoria de Alexandre Costa Pereira, Lino Sales e Marcus Vinicius do Val.

Regulamento - A escola também divulgou o regulamento para a disputa de samba. A diretoria receberá os os Sambas Concorrentes no dia 07.07.2017, na quadra, das 19 às 22hs. Apresentação de todas as obras inscritas será no dia 16.07.2017

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Acadêmicos de Vigário Geral entrega sinopse em junho

A Acadêmicos de Vigário Geral entregará sua sinopse e inscreverá as parcerias interessadas em participar do seu concurso de samba-enredo para o carnaval de 2018, na quarta-feira, dia 7 de junho, das 19 às 23 horas, em sua quadra.

Em 2018, a tricolor da Leopoldina abrirá os desfiles do grupo B da LIESB, na terça-feira de carnaval, com o enredo "Dos tambores africanos ao bandoneón... Tango: Um sentimento que se dança", dos carnavalescos Alexandre Costa, Lino Sales e Marcus Vinícius do Val.
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Na Cadência da Bateria

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